Open source x Software Livre

Uma pequena definição da Wikipedia sobre open source e software livre.

Definição da Wikipedia sobre open source:

O termo código aberto, ou 
open source em inglês, foi criado pela OSI (Open Source Initiative) e se refere ao mesmo software também chamado de software livre, ou seja, aquele que respeita as quatro liberdades definidas pela Free Software Foundation. Qualquer licença de software livre é também uma licença de código aberto, a diferença entre os dois está no discurso. Enquanto a FSF usa o termo “Software Livre” para trazer um discurso baseado em questões éticas, direitos e liberdade, a OSI usa o termo “Código Aberto” para discursar sobre um ponto de vista puramente técnico, sem conflitar questões éticas. Esta nomenclatura e discurso foram forjados por Eric Raymond e outros fundadores da OSI para apresentar o software livre a empresas de uma forma mais agradável a visão das corporações.



Alguns exemplos software open source que fizeram sucesso são, Mozila Firefox, Apache, Perl e Linux.
Definição da Wikipedia sobre software livre:  

Software livre, segundo a definição criada pela Free Software Foundation é qualquer programa de computador que pode ser usado, copiado, estudado, modificado e redistribuído sem nenhuma restrição. A liberdade de tais directrizes é central ao conceito, o qual se opõe ao conceito de software proprietário, mas não ao software que é vendido almejando lucro (software comercial). A maneira usual de distribuição de software livre é anexar a este uma licença de software livre, e tornar o código fonte do programa disponível.
O termo open source, surgiu de uma reunião em Fevereiro de 1998. Open Source não é sinonimo para Livre. Software Livre é um termo consagrado, muito bem definido e utilizado. Open Source, por outro lado, é um termo mercadológico feito para gerar confusão. Não existe consenso a respeito do que significa Open Source. O termo em si é muito mais traiçoeiro que Free Software. Open Source dá apenas a idéia de que o código fonte está disponível, o que é uma questão muito diferente da liberdade, defendida pelo software livre. Para entender software livre, você deve pensar em “liberdade de expressão” e não, em “bebida grátis“. No software livre o usuário tem a liberdade de executar, copiar, distribuir, estudar, modificar e aperfeiçoar o software de acordo as sua necessidades. Ele se refere especificamente a quatro tipos de liberdade:
  1. Liberdade – Executar o software para qualquer propósito.
  2. Liberdade – Estudar como o programa funciona e adapta-lo às suas necessidades.
  3. Liberdade – Distribuir copias, com o intuito de ajudar o próximo.
  4. Liberdade – Aperfeiçoar o programa e distribuir copias, para que toda comunidade se beneficie.

Um software só é livre se atender à todas essas liberdades, ou seja, você pode distribuir esse software para qualquer um, com ou sem modificação, cobrando ou não por essa distribuição. Isso é ser livre poder fazer tudo isso, sem ter que pedir, ou pagar por uma permissão. Muitos defendem que devido a estas quatro liberdades, o Software Livre oferece liberdade para aprender, liberdade para ensinar, liberdade para competir, liberdade de expressão e liberdade de escolha.

GPL

GPLÉ a designação da licença para Software Livre idealizada por Richard Stallman, no final da década de 1980, no âmbito do projecto GNU da Free Software Foundation (FSF). O GPL segue os quatro tipos de liberdade citados acima, mas, essa licença só permite que os programas sejam distribuídas com a mesma licença que foi adquirido, ou seja, não se pode impedir que o software seja estudado, copiado, distribuído e modificado.
Texto oficial GPL em Inglês 
Tradução não oficial da GPL para português do Brasil
Como denunciar violação da licença GPL

LGPL

LGPL foi escrita por Richard Stallman, idealizador da GPL, e Eben Moglen, em 1991, é uma licença de software livre apovada pela Free Software Foundation(FSF), e é um meio termo entre GPL e as licenças propietárias como a BSD e MITAo contrario da GPL, a LGPL permite a associação com programas que não sejam da licença GPL ou LGPL, incluindo software proprietário. Outra diferença significativa é que os trabalhos derivados, que não estão sob a LGPL, devem estar disponíveis em bibliotecas. A LGPL acrescenta restrições ao código fonte desenvolvido, mas não exige que seja aplicada a outros softwares que empreguem seu código, desde que este esteja disponível na forma de uma biblioteca. Logo, a inclusão do código desenvolvido sobre a licença LGPL como parte integrante de um software só é permitida se o mesmo continue sendo liberado. 

O artigo denominado, “GNU Library General Public License“, contribuiu para que algumas pessoas tivessem a impressão de que a FSF queria que toda as bibliotecas usassem LGPL e todos os programas usassem a GPL. Em 1999, Richard Stallman escreveu um ensaio explicando que não era o caso, e que ninguém deveria necessariamente usar a LGPL para bibliotecas:

“Qual a melhor licença para determinada biblioteca é uma questão de estratégia, e isso depende da situação. No momento, a maioria das bibliotecas GNU são cobertas pela Library GPL, e isso significa empregar apenas uma das duas estratégias, em detrimento da outra. Pretendemos apenas que mais e mais bibliotecas estejam sob a licença GPL.”

Isso não significa, contudo, que a FSF desaprove a LGPL, mas meramente não aconselha seu uso para todas as bibliotecas.

Usar a GPL comum não é vantajoso para toda biblioteca. Há razões que podem fazer com que seja melhor usar a Library GPL em certos casos.

Aprenda a usar a licença GPL e LGPL 


Conclusão

O software livre, é mais do que um movimento, já está virando uma filosofia, vários programadores estão adoptando essas licenças em seus software’s, e as vantagens são muitas, dentre elas, o aperfeiçoamento do software por contribuintes, alem de distribuir o conhecimento.O software livre tem de ser disponibilizado junto ao código fonte, não tem limitações no uso e é, mediante o estudo do seu funcionamento, adaptável às necessidades do utilizador. A redistribuição de cópias e modificações devem ser livres.

Na Europa muitos países já adoptaram soluções em software livre para a Administração Pública. Alguns estados brasileiros estão trilhando este caminho e o governo federal também está seguindo este passo.

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